
2010-02-04
2009-10-30
Vamos pedalar por Braga!

«Os Verdes» pretendem que esta iniciativa constitua um encontro entre pessoas “amigas da bicicleta”, enquanto forma de lazer mas, também, como forma alternativa de locomoção, especialmente numa cidade em que a geografia é propícia a deslocações utilizando este meio de transporte amigo do ambiente.
A acção do PEV tem também como objectivo divulgar a existência desta ciclovia, cuja construção tem sido, desde há anos, uma exigência do Partido Ecologista «Os Verdes» na Assembleia Municipal de Braga. Embora esta infra-estrutura tenha vindo a ser construída, existem ainda alguns obstáculos a ultrapassar, como a falta de implementação de alguns troços e o seu incorrecto planeamento.
http://biclabraga.blogspot.com/
INICIATIVA DE «OS VERDES» - PASSEIO DE BICICLETA
1 DE NOVEMBRO – 10.00h - BRAGA
2009-10-27
Pare, Escute, Olhe
Cá se vai desfazendo património Nacional e da Humanidade, para se encher bolsos de lobbies patrocinadores deste absurdo modelo politico-social que nos governa há mais de 30 anos!
Paremos, Escutemos e Olhemos todos porque estamos a ser aldrabados, roubados e maltratados.
O Partido Ecologista «Os Verdes» já por diversas vezes inquiriu o Governo e apresentou propostas na Assembleia da República Portuguesa tendo em vista a preservação e revitalização da Linha Férrea do Douro, e os seus respectivos ramais (Tâmega, Corgo e Tua).
2009-07-20
2009-07-07
Transporte Ferroviário
Nas últimas décadas, ao mesmo tempo que construímos 2.700 Km de novas auto-estradas e vias rápidas, encerrámos 900 Km de linhas ferroviárias o que denota o sentido das políticas nacionais de promoção do automóvel em detrimento do comboio o que representou um erro crasso na sustentabilidade energética, económica, ambiental e social do país, como «Os Verdes» denunciaram na última interpelação ao Ministério do Ambiente que insiste teimosamente num altamente destruidor e ineficaz Plano Nacional de Barragens, que custará 5.000 milhões de euros para responder apenas a 1% do consumo energético nacional.
Este é um dos pontos retirados das conclusões do Conselho Nacional de «Os Verdes» realizado na cidade do Porto no dia 4 de Julho.
2009-07-01
Tertúlia
CONVITE
«O papel dos Caminhos-de-Ferro
no desenvolvimento da Região do Grande Porto»
Conscientes da importância que o comboio tem na vida das populações, da importância que a linha-férrea representa para a economia e o desenvolvimento local e regional e convictos das potencialidades do património paisagístico e cultural, «Os Verdes» consideram que é fundamental reflectir e agir na defesa deste meio de transporte colectivo, seguro e mais respeitador do ambiente.
Neste sentido, gostaríamos de contar com a sua/vossa participação na Tertúlia «O Papel dos Caminhos-de-Ferro no Desenvolvimento da Região do grande Porto», a realizar no próximo dia 3 de Julho (sexta-feira), pelas 21h30 horas, no Café Brasileira, sita Rua Sá da Bandeira - Porto (perto da estação S. Bento).
Apareça e participe!
2009-06-25
Dia Europeu para a Segurança em Passagens de Nível
Contudo, não podem deixar de lamentar que continuem a existir ainda tantas passagens de nível sem guarda na rede ferroviária nacional, bem como tantas estações e apeadeiros em que os peões são obrigados a atravessar passagens de nível seja para aceder aos comboios, às plataformas ou aos parques de estacionamento.
Com efeito, mais de metade das passagens de nível públicas rodoviárias não têm guarda nem estão automatizadas (466 sem guarda, 373 automatizadas e 86 com guarda), sendo que estas representam, não apenas factor de insegurança no atravessamento das linhas férreas, mas também de transtorno e atrasos na circulação rodoviária diariamente (nalguns casos e situações em várias horas de espera por dia)!
Pese embora se tenham de facto encerrado muitas passagens de nível no nosso país nos últimos anos, e construído alguns atravessamentos aéreos e subterrâneos para peões, não é menos verdade que continuam a existir muitas passagens perigosas para peões e condutores viários e que constituem elementos estranguladores das localidades.
Infelizmente, o travão em investimentos, por exemplo, na modernização da linha do norte, ou o facto de existirem algumas obras prometidas nalguns troços a aguardar execução, têm servido de pretexto para adiar ou atrasar a resolução de algumas passagens de nível prometidas eliminar há muitos anos.
«Os Verdes» esperam que a celebração deste dia permita também reflectir sobre o muito que há para fazer no campo da eliminação das passagens de nível que não oferecem condições de segurança ou que representam factores que dificultam a acessibilidade e o desenvolvimento de certas localidades, sendo certo que o aumento de segurança não depende apenas de mais informação nem esta se conseguirá apenas com «distribuição de folhetos nas escolas, afixação de cartazes nas estações e outros eventos mediáticos».
2009-05-28
Razões para Votar Verde
Por uma Mobilidade Saudável.
• «Os Verdes» e a CDU defendem a gestão pública dos transportes públicos colectivos de passageiros, com preços socialmente justos e a generalização do passe social;
• Defendemos a intermodalidade, simplificação na bilhética e o apoio prioritário à ferrovia convencional e sua revitalização em todo o país;
• Defendemos a criação de pistas cicláveis e pedonais nas zonas urbanas e interurbanas e o investimento na rede transeuropeia de ciclovias;
7 de Junho2009-05-25
Moção sobre Transportes Colectivos rejeitada na A.M. de Braga
Foi rejeitada há dias na Assembleia Municipal de Braga, apenas com os votos contra do PS, uma moção dos eleitos de «Os Verdes» sobre transportes colectivos que propunha o reforço dos horários e ainda a criação de um bilhete que permitisse o transbordo entre autocarros num período definido.
Para «Os Verdes», a situação que se vive actualmente em Braga é insustentável: a política de transportes é inexistente, a segurança é diminuta e os horários e percursos estão desfasados das necessidades das populações, o que fomenta a utilização do transporte individual.
Ainda assim, o PS recusou alterar esta realidade ao votar contra esta moção, o que levou à sua rejeição, contribuindo desta forma para que a cidade de Braga não cumpra a sua quota-parte de responsabilidade no que toca à redução da dependência petrolífera e à libertação de gases com efeito de estufa.
imagem retirada de Sergei Cartoons
2009-04-07
Crónica de Celso Alves Ferreira
Em minha opinião seria muito negativo que o Governo resolvesse suspender as grandes obras públicas, na medida em que esses investimentos devem ser direccionados para o crescimento económico do país e sobretudo das empresas nacionais.
Contudo grandes obras públicas podem não significar enormes investimentos e não podem jamais dar origem a prejuízos, muitos deles sem forma de correcção para as populações, para os portugueses e para a biodiversidade das regiões, na medida em que estas são afectadas por esses investimentos.
Menciono, a título de exemplo, as consequências terríveis que advirão do Plano Nacional de Barragens, que prevê a construção de 10 novas barragens sob o falso pretexto da nossa independência energética. Para além de ser uma falácia, este plano é também uma forma de colocar em causa o Desenvolvimento Sustentável através da destruição de espécies animais e vegetais em vias de extinção. Com a inundação do Vale e da Linha do Tua, para além da destruição de uma paisagem única, Património da Humanidade que é o Douro, ficarão no desemprego milhares de trabalhadores e sem transporte outras milhares de pessoas.
Outro exemplo de outra grande obra pública que merece naturalmente uma enorme contestação é a construção da linha do TGV.
Apesar de não poder ser contra o alargamento da linha férrea, sou de opinião que a forma como o Governo deveria encarar a importância do investimento deveria ter por base o serviço às populações, que tem vindo a ser negado com o desmantelamento de centenas de Quilómetros de férrovia nomeadamente nos últimos 10 anos.
O investimento sério nas linhas ferroviárias, contribuiria para a diminuição dos Gases com Efeito de Estufa e permitiria caminhar no sentido de respeitar os compromissos assumidos pelo Governo com o Protocolo de Quioto.
Para concluir diria que as grandes obras públicas deveriam significar o real desenvolvimento do país, em prol das necessidades dos portugueses e nunca significar o engordar de multinacionais que tem como único objectivo o lucro imediato contrastando com aquilo que na génese significa público.
2009-04-06
O Investimento Rodoviário
De acordo com os dados do Plano Rodoviário 2000, assentes em parâmetros internacionais, para que se justifique a construção de uma auto-estrada a média diária de veículos a circular seria entre 10 a 12 mil, concluísse que nove auto-estradas não tem qualquer razão de existir. Três no Norte (A11, A7 e A24); duas no Centro e quatro a Sul.
Para além deste facto, podemos concluir que as manifestações levadas a cabo por populares contra os preços praticados nas portagens das referidas auto-estradas deveriam ter sido levadas a sério, talvez como maneira de garantir uma maior utilização. Não pretendo defender as auto-estradas até porque sou um defensor acérrimo da férrovia e do investimento nos transportes públicos, pretendo apenas dar razão às pessoas que se manifestaram.
Assistimos claramente a uma falta de investimento nas vias, estradas principais e secundárias, em suma uma notável falta de investimento nos transportes públicos, certamente como forma de pressionar a utilização das auto-estradas e do transporte individual, no entanto são políticas que merecem ser denunciadas e classificadas como reprováveis.
Atendendo que Portugal é dos países da Europa com mais auto-estradas, seria talvez altura de parar para reflectir as verdadeiras necessidades dos portugueses em questão de transportes e acessibilidades, mas sem antes fazer-se justiça para com as populações que aguardam os valores das indemnizações pelos terrenos por onde passam auto-estradas, refiro-me obviamente à situação que se vive ao longo da A25, situação que se arrasta à demasiado tempo.
Contudo não poderia deixar de avaliar as palavras do Sr. Presidente da República sobre as auto-estradas: “… em Portugal ainda se confunde custo com benefício. Uma estrada é toda ela custos. O benefício é o transito que passará nela. Se não houver trânsito não há benefício, é zero”, pergunto-me de que estaria ele a falar, isto porque no tempo em que era Primeiro Ministro deu inicio à política de betão, e este é o resultado de décadas dessa mesma política. Em momento algum o Sr. Presidente da República abordou a necessidade de se investir nos transportes públicos, nomeadamente na férrovia.
Será naturalmente um disparate, se o Governo decidir avançar para a construção de uma nova auto-estrada entre o Porto e Lisboa, diria mesmo uma irresponsabilidade e falta de rigor nos investimentos públicos, atendendo que nas duas auto-estradas existentes circulam 50,5 mil automóveis por dia, sendo que a capacidade é de 150 mil.
A questão levantada por especialistas ao pedirem maior rigor nas decisões de investimento rodoviário não é na verdade novo, contudo desejaria ir mais longe e pedia que o rigor fosse alargado a todos os investimentos públicos, situação que lamentavelmente não sucede, senão vejamos as sucessivas e escandalosas derrapagens nos investimentos públicos que diariamente são noticia, contudo a culpa “morre sempre solteira”.
Para concluir gostaria de apresentar a campanha “PELO COMBOIO É QUE VAMOS” que foi levada a cabo pelos “VERDES” em Agosto de 2006 como resposta à intenção da CP e do Governo de encerrar um conjunto de linhas ferroviárias, importantíssimas pelo facto de serem a razão do não isolamento de milhares de portugueses, nomeadamente as vias férreras do Corgo, Tâmega e Tua. Uma campanha que juntou a indignação de milhares de portugueses que tal como os “VERDES” recusam o encerramento de mais linhas férreas e defendem o transporte ferroviário convencional, como um transporte público de excelência e amigo do ambiente.
Celso Alves Ferreira
2009-04-02
Linhas do Corgo e Tâmega
2009-03-26
2009-03-25
A Linha (ex-internacional) do Douro
Uma questão de Segurança?
Porque se assim o é, apenas vem demonstrar uma clara indiferença e desinvestimento que os últimos governantes têm atribuído à linha-férrea tradicional.
Esta é uma indiferença consciente;
Reveladora, além do mais, da grande falta de respeito e de responsabilidade demonstrada pelas entidades gestoras deste serviço público perante, sobretudo, os utilizadores.
Deixar que as linhas cheguem a um estado de degradação tal, que justifique o fecho das linhas, é apenas mais uma etapa para um Assassinato a Longo-Prazo!

«Os Verdes» esperam ainda obter brevemente mais esclarecimentos sobre esta decisão, por parte da Senhora Secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, a quem solicitaram, na passada quinta feira, dia 19 de Março, uma audiência com carácter de urgência, para abordar questões relacionadas com a linha do Tua.
«A REFER assumiu, pela primeira vez, que o futuro da linha do Tua está dependente da barragem de Foz Tua». [TVI24]