Mostrar mensagens com a etiqueta A.M.. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta A.M.. Mostrar todas as mensagens

2010-01-26

Intervenção sobre as inundações na cidade de Guimarães

Intervenção da deputada municipal Mariana Silva

na Assembleia Municipal de Guimarães

sobre as inundações na cidade


O Partido Ecologista «Os Verdes» faz pela primeira vez uma intervenção nesta tão nobre assembleia. É pois com todo prazer e entusiasmo que pretendemos transmitir a vontade e determinação do nosso trabalho e da nossa entrega para ajudar a resolver os problemas do concelho.

Estaremos mais atentos aos problemas que envolvam o ambiente e a natureza, contudo queremos referir que o nosso partido estende a sua preocupação sobre todos os outros assuntos, desde que isso envolva o bem-estar de todos os cidadãos desta grandiosa Cidade.

Pretendemos chamar a atenção para um grave problema que temos vindo a sentir por todo o concelho, mas principalmente no centro da cidade.

Com as primeiras chuvas, que se mostraram mais intensas e violentas, verificamos que toda a cidade ficou inundada, porém essas inundações decorreram em locais que geralmente não são propensos a elas.

É do conhecimento geral, que alguns locais são fustigados frequentemente, contudo contam com a resposta rápida das entidades responsáveis e de alguns cidadãos vimaranenses.

Todavia, em pleno Outono, fomos confrontados com uma cidade completamente inundada, nos mais diversos locais. Locais esses que sofreram e continuam a sofrer modificações, como a construção imobiliária, o que prejudica na impermeabilização das terras.


Será que as obras que foram feitas e que estão prestes a começar tem em atenção este facto? Protegem a população das inconstâncias meteorológicas?

De que forma é viável os gastos, enormes, na recuperação do centro histórico se este pode vir a sofrer com as alterações como as que vão sendo feitas à sua volta?


Pois, como deve ser do conhecimento geral em Novembro deste ano a zona histórica sofreu inundações, algo que não é frequente e que deixou os comerciantes e moradores incrédulos.

Novas construções, recuperações, são necessárias para a evolução da nossa cidade. No entanto, teremos que estar seguros nas intenções de conforto e estabilidade para os seus habitantes e visitantes.

Todos os planos de intervenção devem ter em conta que as intempéries não avisam das suas visitas, elas existem em todo o lado e todas as cidades devem e podem estar preparadas para as suas visitas indesejadas.

Devem ser respeitados os solos e não aproveitados só em prol dos investimentos, pois mais tarde ou mais cedo a terra irá reclamar o que é seu.

Na nossa intervenção temos em atenção principalmente o conforto dos cidadãos vimaranenses que será o conforto dos seus visitantes. Contudo, não podemos esquecer que o seu conforto dependerá sempre do respeito pela natureza.

Pretendemos pois Sr. Presidente de Câmara saber quais os estudos que estão a ser elaborados, para perceber os motivos e as razões que estiveram inerentes às inundações verificadas, por exemplo, no centro histórico, algo que não há memória nem recordações. Que pretende fazer a Câmara Municipal para resolver estes problemas, que até agora eram comuns em zonas ribeirinhas, mas que afinal também começam a fazer parte do nosso concelho aos primeiros sinais de chuva. Lembre-se Sr. Presidente que estes fenómenos da natureza penaliza quem não respeita e ousa afrontar as regras que a natureza reclama suas.


Mariana Silva


2009-05-25

Moção sobre Transportes Colectivos rejeitada na A.M. de Braga

Moção de «Os Verdes», sobre Transportes Colectivos, rejeitada na Assembleia Municipal de Braga, com os votos contra da maioria PS

Foi rejeitada há dias na Assembleia Municipal de Braga, apenas com os votos contra do PS, uma moção dos eleitos de «Os Verdes» sobre transportes colectivos que propunha o reforço dos horários e ainda a criação de um bilhete que permitisse o transbordo entre autocarros num período definido.

Para «Os Verdes», a situação que se vive actualmente em Braga é insustentável: a política de transportes é inexistente, a segurança é diminuta e os horários e percursos estão desfasados das necessidades das populações, o que fomenta a utilização do transporte individual.

Ainda assim, o PS recusou alterar esta realidade ao votar contra esta moção, o que levou à sua rejeição, contribuindo desta forma para que a cidade de Braga não cumpra a sua quota-parte de responsabilidade no que toca à redução da dependência petrolífera e à libertação de gases com efeito de estufa.

imagem retirada de Sergei Cartoons


2009-03-19

Moção rejeitada na Assembleia Municipal de Braga

Foi rejeitada há dias, na Assembleia Municipal de Braga, uma moção dos eleitos de "Os Verdes" que propunha que as refeições providenciadas nos refeitórios e cantinas escolares do município incluíssem 25% de alimentos de cultivo local e 25% de alimentos provenientes de agricultura biológica.

Para "Os Verdes", esta moção contribuiria grandemente para dinamizar a economia local, criando riqueza, contribuindo para a diminuição do uso de combustíveis fósseis (devido à proximidade entre o consumo e a produção) e consequentemente, para a diminuição da emissão de gases com efeito de estufa.

O PEV considera lamentável que num momento profundo de crise económica e social que os portugueses atravessam, a maioria PS tenha chumbado a moção de "Os Verdes", demonstrando desta forma que não tem motivação para minimizar os problemas da população bracarense.